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Vivemos numa gruta no meio da selva Ama(e)zónica, comemos folhas e bichos de conta e temos não uma, mas 5 filhas cada uma. Mentira.  Texto: Diana  Ilustração: Rita Autoras consagradas que somos, está na hora de nos darmos a conhecer. O mundo anseia por descobrir todos os nossos segredos mais obscuros, cada detalhe da nossa extensa biografia, pelo que, depois de muitas reservas, reuniões com agentes e advogados, decidimos revelar quem somos. Ou então foi porque não tivemos tempo de escrever e ilustrar um tema verdadeiramente interessante. Escolham a opção que quiserem (mas a segunda é a que está correcta, não que isto seja um concurso). Somos ambas raparigas nascidas na década de 80, Diana em 80 e Rita em 81. Ambas nos criámos fora de Lisboa, a Diana na Margem Sul (assim mesmo, com maiúsculas) e a Rita para os lados de Leiria, o que fez com que ambas crescêssemos…

Isto é tudo muito bonito, trabalhar, ser independente, ter filhos e fazer as cerca de 345 coisas diárias que tanto gostamos. Mas o que é mesmo, mesmo bom, é ir de férias. Principalmente quando não se dá uma para a caixa. Estes são os sinais aos quais temos de estar atentas. Se sofrem de vários, metam férias. Texto: Diana Ilustração: Rita Quando pomos a roupa para lavar no lixo em vez de no cesto da roupa suja; Quando guardamos o pano da loiça no frigorífico; Quando os nosso filhos falam connosco em português mas a nós parece-nos polaco; Quando estamos a contar uma história a um amigo com todo o entusiasmo do mundo para em troca receber um olhar espantado, não percebemos porquê, até que ele nos diz que é a terceira vez que estamos a repetir; Quando lemos a mesma página de um livro cinco vezes porque nos perdemos…

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de Março), o dia do nascimento deste blog (8 de Março) e o dia do nascimento da Diana (8 de Março), e depois de um apuradíssimo estudo empírico, descobrimos os tipos de feministas que existem. Texto: Diana Ilustração: Rita O feminismo, valha-nos deuses, cruz credo, benzam-se três vezes, é um palavrão. Uma coisa feia que se usa para ofender, juntamente com os epítetos “lésbica” ou, na versão mais hardcore, “sapatona”, “frígida” ou apenas “fufa”. Apesar de ser um tema cada vez mais discutido, ainda é visto como exagero, disparate, coisas de mulheres que odeiam homens. Os homens gozam, as mulheres dizem que detestam feministas, e a pobre idealogia que deveria ser de todos, uma crença tão simples e justa que deveria fazer parte da educação de todos – à semelhança do “tens de lavar os dentes todos os…