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Sair de casa de manhã, a tempo e horas, pode transformar-se numa calamidade. Despachar os putos, tratar de nós, agarrar em tudo e não esquecer o almoço ou o lanche é hercúleo. Mas não precisa de ser. Texto: Diana Ilustração: Rita Todas as manhãs é a mesma coisa: os putos não querem acordar, depois é preciso vesti-los, antes disso escolher a roupa, essas meias não, as outras, não quero essa saia, quero calças, não gosto desses sapatos, dar -lhes o pequeno-almoço é como negociar com reféns, preparar as marmitas é um desespero e às vezes acabam por ficar em cima da bancada da cozinha. O relógio não pára, a mãe e o pai ainda nem sequer tomaram banho, raios partam, e quando finalmente deixam os miúdos na escola ainda têm de enfrentar o trânsito para o trabalho. Às vezes, só para tornar tudo mais divertido, há um dos putos que…

O que fazer quando um filho desmaia ou corta um dedo? A Rita já passou por isso e conta-nos tudo. Falámos com duas super enfermeiras que nos deram algumas dicas. Texto e ilustração: Rita Das duas primeiras vezes que a minha filha se magoou, tenho de ser franca comigo e com vocês, fui um fiasco como mãe enfermeira. Em ambas as ocasiões estávamos em casa e por sorte o pai estava presente, foi ele que tomou sempre conta da ocorrência. Normalmente tenho a tensão baixa e não fazia ideia que tinha esta tendência para cair para o lado quando vejo a miúda magoada (ou sangue). Primeiro começo por sentir uns suores frios, depois começo a ver pontos brancos e brilhantes (as famosas estrelinhas na banda desenhada) e nesse momento tenho de pôr a cabeça para baixo sob o risco de me tornar a segunda baixa. Ou seja torno-me inútil, só…

Todas as coisas que a nossa cara metade habitualmente faz, teremos de ser nós a fazer. Não há aquela prática “tu fazes o jantar, eu brinco com ela”, “eu estendo a roupa, tu dás o banho”, “vais tu às compras enquanto eu a vou buscar à escola”. Isso acaba por uns dias. Quem fica faz as tarefas dos dois.

Com o Natal vêm os cerca de 352 anúncios de televisão de brinquedos super divertidos para se encherem de pó nos quartos dos petizes. Há brincadeiras tão imbecis que nem percebemos como é que há alguém que as compra. Texto: Diana Ilustração: Rita É Natal, é Natal. Oba. A árvore está feita, as luzes estão ligadas e com sorte os enfeites vão-se aguentando nos ramos do pinheiro falso. O problema são os presentes, as prendas, como nós por aqui dizemos. Nos canais de desenhos animados, que infelizmente estão (quase) sempre ligados cá por casa, os anúncios de brinquedos sucedem-se, nos intervalos dos bonecos, deixando a minha filha de boca aberta. E a mim. Fico estupefacta com a quantidade de brinquedos horrorosos que hoje existem e que, espero, nunca venham parar cá a casa. Nenuco: Há o “dorme comigo”, que traz um berço para juntar à cama da criança, o que…

A desculpa de não ter tempo para estar com a pessoa com quem decidiram ter um filho, não pega sempre. Há que arranjar tempo, até porque há coisas giras para fazer que não implicam sofá. Texto: Diana Ilustração: Rita Para sair de casa é necessária uma certa dose de esforço. Sem isso, o mais provável é acabar no sofá a ver uma série e a adormecer 5 minutos depois. Não que haja algum mal nisso, mas de vez em quando convém animar as coisas. Já vos demos dicas de como não deixar morrer a chama depois de ter filhos, agora é altura de descobrirem coisas diferentes para fazerem juntos. Nós ajudamos. Dançar: não falamos de ir sair à noite (embora o possam fazer) mas de terem aulas de dança juntos. Ou uma aula de dança. Qualquer coisa parva e bem pirosa que vos faça rir. Cozinhar: com a quantidade de workshops de…

Toda a gente fala de pegada ecológica e sustentabilidade, seja por causa do aquecimento global, do acordo de Paris, da cimeira de Marraquexe, dos documentários da National Geographic e (claro) também por causa do Leonardo DiCaprio. Ser bio-eco-ambientalista é fixe mas para quem tem filhos, especialmente bebés, reduzir o rasto de lixo nem sempre é fácil. Texto e ilustração: Rita Partilhemos dicas, há muita coisa que se pode fazer. Se acabaste de ter um bebé, usar fraldas reutilizáveis parece ser a coisa mais óbvia para quem quer poupar dinheiro e o planeta. Segundo a Quercus, em dois anos e meio um bebé produz uma tonelada de fraldas que vão parar ao aterro. Multiplicando isto pelos bebés todos… é fácil chegar a números grandes e concluir que os bebés são poluidores excepcionais. Apesar de optar pelas fraldas de pano ser um contributo incrível para o planeta, se não tiveres personalidade para lavar…