Quem somos

Somos a Rita e a Diana, amigas e mães, leitoras ávidas e com a mania que temos coisas para vos oferecer. Nomeadamente este site. O Amãezónia cresceu e quer, cada vez mais, fazer parte da vossa vida. Vai daí e decidimos abrir os braços assim muito esticadinhos para apanhar uma série de coisas: histórias de mulheres incríveis, conversas de pais, fotografias bonitas, livros, sítios para ir porque há vida lá fora, moda e beleza porque sim. Para mulheres, homens e miúdos, porque os nossos braços são mesmo muito grandes. Bem vindos.

27 Comentários

  1. Sou sem dívida!!! Até antes de ler o teste já prévia que era tudo A

  2. Sempre me achei uma amaezonia, mau grado o que isso provocasse em algumas pessoas. Sou, ainda, mãe galinha, mas com conta, peso e medida. Desejo-vos muita sorte neste projeto!

  3. Opá, agora é que li isto e realmente é isto tudo e identifico-me a 100%, embora eu não tenha sentido de humor 😉

    Beijinhos e que o projeto seja um sucesso!

  4. Identifico-me com o vosso projecto! Continuem com o excelente trabalho! Estarei deste lado acompanhar!
    Parabéns!

  5. Catarina

    Peço desde já desculpa a todas, mas Amãezónica, mesmo, sou eu, já que sou uma bióloga casada com um amazonense e tenho dois verdadeiros índios em casa. Parabéns pelos artigos, são ótimos. Vou partilhar.

  6. Adorei o vosso projecto. Ate que enfim que leio algo que retrate a maternidade, tal como ela e! Sem falsos floreados e sem culpas! Tem momentos maravilhosos, mas outros completamente extenuantes, em que nos apetece desaparecer, sem olhar para tras…

  7. Paula Serpa

    Estou deveras deliciada com a vossa escrita. Não tenho índios, mas vivo numa verdadeira Amazónia. Certamente seguirei-vos a partir deste momento, pois a primeira leitura que fiz, confesso que foi meio na diagonal, mas depois debrucei-me com mais atenção em alguns artigos. Resta-me parabenizar-vos pelo vosso trabalho.

  8. Ok, sou amaezónia também… o mini de 3 meses está aqui no canguru porque NÃO adormece sozinho na cama e os índios mais velhos do meu coração vivem com o pai e transformam a minha vida numa Amazônia quando cá estão. Obrigada por existirem… muito bons textos que já partilhei 😊

  9. Patrícia

    A melhor amiga ❤ adoro o q publicam, csg identificar-me com cada frase, e farto-me de rir! Obrigada 😊

  10. Sofia Ferreira

    Presente! Só cheguei hoje…

  11. Vou ser mãe daqui a uma semana e pouco… E quero agradecer-vos pela esperança que me dão por partilhar as vossas histórias. Só durante a gravidez já me canso de ser a mãe do bebé e não a Joana!
    Muito obrigada, mesmo! 🙂

  12. M. Vicente

    Parabéns!
    Sim, éramos felizes antes e muito!
    É fundamental preparar toda a sociedade e não só as mães, para o facto da idealização da maternidade não ter recursos para a sociedade atual. se é que alguma vez teve…da minha perspetiva retira recursos e não fossemos nós a criar outros bem podÍamos esperar….
    Sem culpa, sem angústia, apenas com o que se pode ter e fazer o caminho, construindo a nossa identidade já que passamos a ser “a mãe” em termos genéricos e deixámos de ter nome próprio. É o equivalente humano ao s buracos negros: absorvem tudo o que está à volta.
    espero que escrevam também sobre a beleza da adolescência….

  13. LEIDIDI!!!!!!!!!! NÃO ACREDITO ESTÁS DE VOLTA!!!!! Quantas vezes não me lembrei do teu desassossego!!!!! Que bom que que estás de volta e logo agora que também eu me tornei vitima do embuste “a melhor coisa do mundo” a.k.a maternidade :pppppp

  14. Olá, achei isto engraçado…e o livro que saiu agora também deve ser…sou da opinião que ser mãe é mesmo bué difícil, ainda por cima sem ajuda de ninguém a não ser o pai da criança, e se o bebé não fala quase até aos 5 anos…e detestei o parto, e foi de cesariana, e custou-me imenso amamentar cerca de 9 meses (nalguns meses com mistura de biberão…). Tive mastite, que me deu febre de uns 40ª C e dores horríveis. Antes de engravidar nunca engordava, depois sim, e fiquei com uma variz feioza na perna direita. Só fui mãe uma vez, aos 25 anos, percebe-se porquê, não é? Fiz todas aquelas coisinhas de boa mãe: paciência, contar histórias infantis todas as noites e beijinho antes de dormir, fui a todos a peças infantis e inscrevi-o numa série de boas actividades…sempre nos acompanhou nas férias, etc. Fui uma mãe a tempo quase inteiro.
    Adoro o meu filho, que é hoje adolescente…simplesmente detesto gravidez, parto e amamentar…nunca tive essa vontade de engravidar, esse desejo que dizem ser feminino, mas o meu marido sim…por mim, seria mãe adoptiva, era igual e sem dores e provavelmente a criança teria saúde…
    Boa sorte!

  15. Ana Carreiras

    Descobri que existiam através de uma amiga. Comprei o vosso livro hoje e já vos adoro!! Bolas pensava mesmo que era má mãe!!!

  16. Cada vez que leio os vossos artigos, sinto-me compreendida! É bom ter alguém que nos compreenda, mesmo que não seja pessoalmente! Obrigada por existirem! E sim quero mesmo ser VOSSA AMIGA!!!!;)

  17. Que alívio, caraças! Ao fim de 16 anos da primeira filha e 3 filhos depois, finalmente um blog de mães normais . Já não aguento aquelas mães profissionais que são espectacularmente espectaculares e ainda nos fazem sentir pior.😘😜😄

  18. E pensava eu que era a única a ver o lado menos cor de rosa da maternidade e a senti-lo na pele! Amaezonia, sim senhor! BFF! 😉

  19. Parabéns pela forma sincera como escrevem! Revejo-me em muitos dos artigos 😄
    Sem dúvida sou uma amãezónia!

Escreva um comentário