O ano passado andava à procura de tradições de Natal, ou melhor, da oportunidade de implementá-las. Este ano esforcei-me e já consegui uma, vamos ver se as outras acontecem.

Texto: Diana
Ilustração: Rita

Se bem se lembram, no ano passado falámos aqui do desejo em arranjar tradições de Natal só nossas. No meio de tanta loucura e delírios de mães que acham que conseguem tudo e que os seus petizes merecem o sol. E a lua. E alguns planetas do sistema solar. Não há sanidade que aguente.

Deixei-me de sonhar alto – bolachinhas caseiras feitas a quatro mãos, refeição de Natal opípara, um doce especial que só a mãe sabe fazer – e decidi abraçar o materialismo como porca capitalista que sou. Mas só às vezes.

Tradiçoes Natal

Vai daí e dei de caras com um calendário do advento personalizável na Tiger, essa salvação de todos os amigos secretos da empresa, e enchi-o de pequenas prendas para a miúda. Desde gomas, a pequenos bonequinhos baratos, passando por bolas saltitonas, tem sido a loucura. Fica tão contente que nem que lhe calha-se um kiwi ficaria desapontada. Todas as manhãs são uma alegria para a miúda e não foi preciso gastar quase nada.

A juntar a esta temos a escrita da carta ao Pai Natal, este ano com direito a marco do correio, postal, selo autocolante e envelope vermelho, tudo em tamanho mini. A resposta à vossa pergunta é, de novo, Tiger. Traz tantos papéis de carta, envelopes e afins que dá para os próximos 10 anos de cartas ao Pai Natal. E o melhor é que vão ficando dentro do marco de correio (é em cartão e tem uns 40 centímetros de altura) e quando ela for crescida pode ler.

Moral da história de Natal: obrigada, Tiger.

*Este post, infelizmente, não foi patrocinado pela Tiger.

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